De tanto me explicar, inventar histórias para mostrar o que está dentro desse meu coração, eu desisti. O que sinto não pode ser explicado. Talvez até possa, por gestos e olhares - mas não palavras. Foi aí que comecei a jogar uma palavra atrás da outra - sem rumo ou intenção de serem compreendidas -, para que talvez alguém, em algum lugar desse mundo, possa entender esse embaralhado de sensações que reside dentro do meu peito.
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