Me encontro com alguma freqüência, escrevo cartas sem intenção de entregar. Leio o que é proibido se ler nas paredes, mas não sou do tipo que escreve nelas. Aplaudiria bonitos discursos e não conseguiria fingir não ter ouvido, com o passar do tempo.
Prefiro falar do que ouvir, fazer a diferença ao invés de simplesmente não fazer nada.
Sei que sou diferente, mas com alguma boa vontade e altruísmo pode ser até que você consiga me dar ouvidos.
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